IATF: PECUARISTAS BUSCAM CHEGAR AOS 90% DE PRENHEZ

04/09/2018

Tá certo que a inseminação artificial em tempo fixo (IATF) está longe de ser unanimidade no Brasil, posto que apenas 12% da vacada nacional ainda desconhecem touro.
Entretanto, ano após ano o número de adeptos aumenta e os poucos que a utilizam já geram números impressionantes à pecuária brasileira. De acordo com estudos do professor Pietro Baruselli (USP), a técnica agrega R$ 1,7 bilhão à receita da cadeia produtiva da carne bovina.
O mesmo estudo aponta que, em muitos casos, duas ressincronizações não mais vantajosas que um touro de repasse. Dada sua crescente importância, a Revista AG já se antecipa à estação de monta para trazer as mais recentes novidades desta tecnologia em “Matéria de capa”, “Entrevista do mês” e “Reprodução”.
E como vaca magra, com escore corporal abaixo de três, não emprenha, comida deve ser sempre uma prioridade. “O Confinador” mostra uma opção de alto valor energético ou proteico que são os resíduos de destilaria das usinas de açúcar, álcool e etanol de milho, esse último mais raro no Brasil. Chamados DDGs, eles podem apresentar teor nutricional acima do da própria silagem de milho.
Esse alimento ainda pode ser estocado de forma que facilite a logística da dieta. Como? Por meio do autoconsumo, como poderá ser conferido na seção “Feno & silagem”, com mais uma contribuição excepcional do Grupo NesPRO. Completando o tripé com a sanidade, “Escolha do Leitor” alerta para o risco da tripanosomose. 
Com genética, nutrição e sanidade em dia, basta escolher a raça que melhor se adéqua à estratégia da fazenda. Aproveite esta edição para conhecer mais a fundo, em “Raças”, o Braford e sua raça-mãe o Hereford. Veja como ganhar mais mercado com a Carne Certificada Hereford.
Mas de nada adianta tudo isso sem uma boa gestão. A gerenciamento correto da propriedade ajuda a agregar valor e credibilidade ao produto, como aos sistemas de cria e recria, por exemplo. Veja em “Gestão” e “Caprinovinocultura”, onde a Embrapa desenvolveu um banco de dados nacional e internacional do consumo de carne ovina.
Números são sempre muito importantes para avaliar um mercado.

Fonte: Revista AG